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Restaging magnetic resonance imaging of the rectum after
neoadjuvant therapy: a practical guide
Autores: Natally Horvat, João Miranda, Fernanda Kinochita, Tiago Lins de Carvalho, Giovanni Brondani Torri,<br />
Thiago José Pinheiro Lopes, Cesar Higa Nomura.
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RESUMO:
O câncer colorretal é o terceiro câncer mais comum e a segunda principal causa de morte relacionada ao câncer. O câncer retal
representa aproximadamente um terço dos novos casos de câncer colorretal, sendo o adenocarcinoma o subtipo predominante.
Apesar de uma diminuição geral na incidência e mortalidade, impulsionada por avanços na prevenção do câncer, diagnóstico precoce
e opções de tratamento aprimoradas, há uma preocupante elevação nas taxas entre os pacientes jovens. Avanços recentes
significativos no manejo do câncer retal localmente avançado, como abordagens cirúrgicas, o uso de diferentes protocolos de tratamento
neoadjuvante para casos de alto risco e a adoção de estratégias de preservação de órgãos, aumentaram o papel dos radiologistas
na avaliação locorregional por meio da ressonância magnética na avaliação inicial, reestadiamento e vigilância ativa de
pacientes com câncer retal. Este manuscrito tem como objetivo revisar o papel da ressonância magnética retal no reestadiamento
após terapia neoadjuvante, fornecendo aos radiologistas um guia prático para revisar exames nesse contexto.
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ABSTRACT:
Colorectal cancer is the third most common cancer and the second leading cause of cancer-related death. Rectal cancer accounts
for approximately one-third of new colorectal cancer cases, with adenocarcinoma as the predominant subtype. Despite an overall
decline in colorectal cancer incidence and mortality, due to advancements in screening, early diagnosis, and treatment options,
there is a concerning increase in incidence rates among young patients. Recent significant advances in managing locally advanced
rectal cancer, such as the establishment of different surgical approaches, neoadjuvant treatment using different protocols for highrisk
cases, and the adoption of organ-preservation strategies, have increased the importance of the role played by radiologists in
locoregional assessment on magnetic resonance imaging at baseline, at restaging, and during active surveillance of patients with
rectal cancer. In this article, we review the role of restaging rectal magnetic resonance imaging after neoadjuvant therapy, providing
radiologists with a practical, step-by-step guide for assessing treatment response.
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